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PALAVRA DO MÊS - DEZEMBRO /2007
O QUE É SER LÍDER?
Líder é o que
comanda,
que dirige, que representa alguém ou alguma coisa. Líder
é
o que conquista, pelos seus próprios méritos, autoridade,
respeito,
admiração do grupo a que pertence e o dirige. É o
que
comanda de modo natural. O líder identifica-se com seus
liderados,
conhece-os, preocupa-se com eles. Conf. Jo 10:11,14
O líder e o chefe
O chefe é o detentor do
poder.
Alguém instituído formalmente. Já o líder
nem
sempre possui autoridade formal.
O que é Liderança?
Liderança é a
função
do líder. A liderança é um processo cooperativo
onde
líder e liderados interagem para concretização de
objetivos
comuns. John Haggai a define desta forma: “a liderança é
o
esforço de exercer conscientemente uma influência especial
dentro
de um grupo no sentido de levá-lo a atingir metas de permanente
benefício
que atendam às necessidades reais do grupo”.
Segundo Haggai, uma pessoa
não
nasce um líder pronto. A pessoa torna-se um líder
capacitado
com exercitamento. Por isso ele ensina: a liderança demanda
esforço.
Além disso, terá que haver uma dedicação
total
do líder à sua tarefa de liderar. E essa liderança
é
uma influência especial, que não pode ser forçada
sobre
os outros. As pessoas não podem seguir o líder por medo
ou
por se sentirem pressionadas ou ameaçadas. (Jo 10:2-4)
O líder precisa
ter
metas. As metas precisam ser claras e exeqüíveis. Precisa
ter
visão (algo que ele quer que o grupo seja ou faça). O
líder
tem a missão de empenhar-se para que o grupo atue em
função
da visão.
(Fonte: Revista Preparando Líderes
para
a Grande Colheita – Escola de Líderes – Módulo III)
GOVERNO DAS IGREJAS
Há pelo menos, três formas de governo
eclesiástico.
São modalidades, ou interpretação de grupos
religiosos
concepções de como Deus dirige as suas igrejas.
Algumas são puramente humanas, terrenas e
outras
se aproximam da Bíblia e uma delas está profundamente
arraigada
na Bíblia. Tentaremos alinhá-las:
1) MONÁRQUICO – É
o
governo centralizado numa pessoa, que tem autoridade absoluta sobre uma
igreja
que pode ser nacional ou internacional. É o caso, por exemplo,
da
Igreja Romana, da Ortodoxa Grega, da Anglicana ou Episcopal, da
Luterana
em parte da Metodista e alguns ramos pentecostais. Algumas
denominações,
confundindo títulos bíblicos dados ao ministério
(pastor
e bispos absolutamente sinônimos) tem sagrado bispos e parece ter
certa
hierarquia.
2) OLIGÁRQUICO – Vem do
grego
ÓLIGOS, que quer dizer “pequeno”, e chega até pelo latim
OLIGARCHIA,
a partir do século XVII e plenamente usado no vernáculo
desde
1873. Vem a ser “governo da minoria”.
Mediante esta forma de governo, não a
igreja
toda, mas alguns oficiais dela, gerem os destinos da igreja e resolvem
tudo
ou quase tudo. Neste caso estão nossos irmãos
presbiterianos
e alguns grupos pentecostais, principalmente os que vieram do
presbiterianismo.
Entre o pastor e os diáconos colocam os presbíteros. W.
C.
Taylor esclarece: “Quanto ao governo das igrejas, elas são
repúblicas
espirituais, é o ministério que fornece os presidentes
segundo
a escolha das igrejas.
Nesta esfera democrática, o ministro
não
é embaixador da teocracia, mas presidente da democracia; e a
autoridade
que os batistas reconhecem está na voz da igreja”.
3) DEMOCRÁTICO – É
o
governo que reconhece a igualdade dos componentes do grupo, decide-se
qualquer
assunto em assembléia da igreja e resolve-se tudo por maioria de
votos
e, em alguns casos por unanimidade. Quantitativamente, o voto do
doutor,
vale tanto quanto o do analfabeto. Neste caso estão os Batistas,
os
Congregacionais e alguns Pentecostais.
Abraão Lincoln definiu democracia como “o
governo
do povo, pelo povo e para o povo”.
(Fonte: Livro – Eclesiologia – Enéas
Tognini)
Pr. Carlos R. de
Souza
Professor responsável da matéria
Administração
Eclesiástica em 2007
Pastor Presidente da Igreja Batista da Madureira –
Ponta
Grossa - PR
SETEPE –
Seminário Teológico Peniel
–
Ponta Grossa – PR
Disciplina: Administração
Eclesiástica
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